Seletor idioma

Ir direto para menu de acessibilidade.
Página inicial > Sobre a Divisão de Arqueologia
Início do conteúdo da página

Divisão de Arqueologia

Publicado: Quinta, 10 de Janeiro de 2019, 11h26 | Última atualização em Quinta, 24 de Janeiro de 2019, 10h26 | Acessos: 443

Breve Histórico

O Laboratório de Arqueologia foi criado em 1989, em 1999 conquistou sua primeira sala nas dependências do museu e em 2002 passou a utilizar um prédio no campus da UFAM. Em 2003 esteve ligado ao Projeto Inteligência Socioambiental Estratégica da Indústria de Petróleo na Amazônia e em 2004, ao Resgate Arqueológico da Praça Dom Pedro II e Resgate Emergencial do Sítio Nova Cidade em Manaus. No ano de 2006, sua coleção foi catalogada pelo IPHAN e a partir de 2009 suas atividades ampliadas: Projeto Arqueologia Regional e História Local no Baixo Urubu, Resgate Emergencial no Sítio Lages e Projeto Alimentação, Manejo da Terra e Cultura: uma abordagem paleoetnobotânica da pré-história indígena no nordeste do estado do Amazonas. Em 2014, foi construído o prédio atual, a partir do convênio firmado entre a Fundação Universidade do Amazonas e a empresa de Petróleo Brasileira S/A.

 

 

Finalidade

O laboratório tem como objetivo mais amplo produzir, promover e divulgar o conhecimento do contexto amazônico, de natureza material, ao atuar na salvaguarda de artefatos arqueológicos. Além da conservação das suas coleções, as atividades do laboratório incluem o endosso institucional, isto é, o laboratório cede um espaço em suas reservas técnicas e se responsabiliza pela guarda e conservação permanente do acervo resgatado em projetos de pesquisa, desde que o requerente atenda as condicionantes da Política Institucional da Divisão de Arqueologia, elaborada a partir de princípios básicos de Arqueologia, Museologia e Conservação, e conforme a legislação que rege os projetos de pesquisa arqueológica. Suas ações incluem atividades de extensão, com o recebimento de visitantes na sala de exposição, além da atuação e promoção da pesquisa científica seja na execução ou viabilizando estudos de pesquisadores interessados no acervo. Em suma, as competências do laboratório estão focadas em três eixos: salvaguarda e conservação; pesquisa e apoio a formação de recursos humanos e comunicação e extensão.

 

Acervo

Atualmente estimam-se cerca de 30 toneladas de material arqueológico no laboratório. O acervo, recebido pelo museu desde o final dos anos de 1990 foi adquirido através de doações, projetos de pesquisa e de licenciamento ambiental (endosso institucional) é composto por cerâmica (urnas funerárias, adornos, vasilhames); material lítico (lascas, machados, afiadores, ponta de projéteis); ossos humanos; material vegetal carbonizado; amostras de sedimentos e alguns artefatos históricos.

 

Gestão e Estrutura física

Integram a equipe do Laboratório de Arqueologia três servidores efetivos: (1) arqueóloga que atua na direção e gestão das coleções salvaguardadas pelo Museu Amazônico, (1) administradora e (1) assistente administrativa, responsáveis pelos serviços administrativos e gerais, de infraestrutura e manutenção predial. Segue abaixo, a estrutura física mais diretamente associada à gestão de seu acervo:  

 

-Sala de recebimento: Primeiro espaço para receber as peças arqueológicas visando à triagem e higienização, mas atualmente serve de local de guarda provisória do material arqueológico que ainda necessita do processo curatorial, até o acondicionamento nas reservas técnicas.

-Reserva Técnica I: É o espaço de guarda definitiva do material arqueológico, com 157,97m² de área e capacidade de armazenamento no seu arquivo deslizante, de pouco mais de 214 m³ de material, equivalente a uma média de 3.000 caixas engradados.

-Reserva Técnica II: É o espaço de guarda definitiva do material arqueológico, com 30,09 m² de área e capacidade de armazenamento no seu arquivo deslizante, de pouco mais de 40 m³ de material, equivalente a uma média de 600 caixas engradados.

-Laboratório I e III: Ocorrem usualmente atividades de higienização, inventário, catalogação, acondicionamento e análise de materiais provenientes das pesquisas arqueológicas.

-Laboratório II: Utilizado quase que de forma exclusiva para a conservação e o restauro dos artefatos, uma das etapas do processo curatorial pelo qual é submetido o acervo.

- Biblioteca: Na sua origem é um espaço para reunir livros catalogados para empréstimo, mas como ainda dispõe de um quantitativo reduzido de publicações, transformou-se em área de estudo e pesquisa, incluindo a base documental das coleções já inventariadas pelo laboratório. 

- Sala de exposição: Voltada a extroversão das diferentes tipologias de material arqueológico, divulgando a diversidade de seu acervo, garantindo o seu acesso e a sua proteção.

- Sala de aula: Destinada a apoiar as atividades de ensino e extensão, sobretudo promovendo o conhecimento acerca da diversidade cultural e socioambiental dos povos da Amazônia, a partir das evidências materiais representativas do passado e do presente.

 

 

 

 

Fim do conteúdo da página